Dizeres Desertos

from by Sacassaia

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Pague o que puder, se não puder pagar não pague nada!

lyrics

Eram três moças bonitas
que foram a praia passear

Uma era Oxum, outra Iansã
e a outra era Yemanjá

Transistor ligado, potência no jeito
Tudo pronto. Fique sintonizado 

No baticum invocado que deixa todo mundo tonto 
Cheio de assunto cada um aumenta o ponto  

No ibope do rádio.  

Suingue estilo infarte agudo do miocárdio  

Temperado com pimenta e cloreto de sódio 
Pole position no pódio qualquer dia 

Assombrando seu vídeo.

Com mais uma transmissão inclusiva  

De vibração positiva.

Propriedade intelectual coletiva no ouvido  

Samba de som destruído, grapixo, throw-up,  

Estampido, estupendo na arte de rua 
Sacassaia é massa, gandaia na sua praça  

Animando seu espaço, construindo passo a passo  

Eu falo, eu faço. Rap eu conheço, rima tem seu preço
Transmite paz, vontade de correr atrás.  

Quer mais? tem pra todo mundo:  

Roda pick-up, comanda o escape do ataque 

Do baticum retumbante e profundo  

Nos quatro cantos do mundo 

Quero levar o meu bloco 

Aprimoro a ciência  

Pela experiência que eu troco 

O gás que eu coloco, 
o ponto que eu toco  

A gente faz tendo a paz como foco. 

Venha!

Um chip flutua na praia
Levando mensagem de Yemanjá
Um gênio na lata de cerva
Na beira do mar

Batida que a vida segura
Balança a rede, coração
Maré mansa não cansa
Criança não é mole não

Já paguei mico, já paguei sapo
Pra gestapo, prestação
Filho, não aperte o gatilho
Nem perca a razão

Pelourinho não é folclore
Não ignore esse sofrer
No mundo tem paz, tem guerra
Para se escolher

Dizeres desertos, mares abertos
Despacho futurista pra turista viajar

Acarajé fritando, comida sobrando
Incenso queimando, quibebe no aguidá

Quimbundo quilombo, Xangô xequerê
Do roncó se ouve o toque de rumpilê

Oxalá disse que o amor vai vencer
Obatalá viu como eu quero te ver

Um coração latindo,
latindo na lata do menino
Do menino, do menino, do menino
Do menino, ui, oha o menino ui ui ui

Dizeres desertos, Mares abertos
Despacho futurista pra turista viajar

Acarajé fritando, comida sobrando
Incenso queimando, quibebe no aguidá

Quimbundo quilombo, Xangô xequerê
Do roncó se ouve o toque de rumpilê

Oxalá disse que o amor vai vencer
Obatalá viu como eu quero te ver

Um chip flutua na praia
Levando mensagem de Yemanjá
Um gênio na lata de cerva
Na beira do mar

Batida que a vida segura
Balança a rede, coração
Maré mansa não cansa
Criança não é mole não

Já paguei mico, já paguei sapo
Pra gestapo, prestação
Filho, não aperte o gatilho
Nem perca a razão

Pelourinho não é folclore
Não ignore esse sofrer
No mundo tem paz, tem guerra
Para se escolher

credits

from Boca da Terra, released October 30, 2014
Música - Tomás Seferin
Letra - Renato Matos e Gabriel Reis
Voz - Renato Matos, Gabriel Reis e Renata Jambeiro
Cornet - Moisés Alves
Congas - Edinho Silva

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Sacassaia Brasilia, Brazil

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